2.9.11

ciclismo

No outro dia saí de casa para dar uma pequena volta....pequena como quem diz...

 E depois, o bem que sabe um duche quentinho.

31.8.11

qualidade e frequência


Sexo de qualidade é muito bom.
Sexo com frequência é fantástico.
E sexo de qualidade com frequência?
Excelente!


30.8.11

i agree

Uma verdade.

trintão

Há coisas que me destroem, há coisas que me assustam, há coisas que detesto, mas o importante é que supero rapidamente.
Corriam os meus vinte e poucos anos quando encontrei o primeiro cabelo branco. Andei mesmo assustado. Depois outro e outro e outro. Hoje são alguns que o cabeleireiro deixou de esconder na tinta preta. Não Faz mal. É a idade.
Entrava eu na recta dos trinta, quando dei com o meu primeiro pêlo da barba branco. Outro susto. Mais um, mais outro. Não faz mal, a idade é fantástica.
Corro agora pelo tempo a fim de concluir mais um ano e olhem o que encontrei…. um pêlo branco no peito. Consegui encontrar outro esta semana.
HUMMMM, não faz mal, a idade é fantástica e os homens são como o vinho, quanto mais maduros, melhor.
Quanto ao pêlo, não vou depilar, vou continuar a aparar. I like IT.


29.8.11

23.8.11

back to work

De volta ao trabalho, um pouco enferrujado pelas águas salgadas, pelas tardes ora na areia ora na esplanada, pelas noites ao luar, pelos gelados, as imperiais e toda a conversa que ficou em dia,  entro sem grande esforço no ritmo.

19.8.11

Prep world - Preppy look


Recentemente tenho dado por mim a ouvir os meus amigos a chamarem-me betinho. Quando saímos, lá estão eles “vens todos betinho”. Quando vamos à praia, o betinho chegou. Ainda ontem quando fui treinar com o pessoal e ….

Um facto, é que sempre gostei deste estilo e à medida que os anos passam dou por mim cada vez mais mergulhado nele.

Se gosto? Sim, caso contrário já teria mudado.

Fui ao Google e encontrei dois espaços que me chamaram à atenção. Um e outro.

(…) “Prep é um conceito mais próximo de “betinho”, com um toque colegial norte-americano, um pouco “queque” e “bem”, e bastante desportivo.”(…) [CQ Agosto 2011]




Descobri também  um livro.


11.8.11

sobre o meu namorado


Ainda não dediquei um post ao meu namorado, a quem chamarei aqui por Hobbes.

As coisas são mesmo engraçadas e cada vez mais acredito que a teoria da atracção funciona... funciona mesmo.

Estava eu a planear o design deste novo espaço, quando pensei no Calvin e no Hobbes que foram, e continuam a ser, os meus amigos de BD. O meu cérebro disparou a questão, mas se tu és o Calvin, então “cadé” o Hobbes? Vais encontrar respondi eu!
E assim foi.

.:.

Corria contra o relógio naquele domingo para não chegar atrasado quando os quilómetros insistiam em não passar.
Cruzámo-nos na estação de serviço. Parei o meu carro ao lado do dele. Lá fora o tempo estava quente, muito quente. Acredito que tão quente como quente estava dentro de nós.

Olhei para a direita. Ele olhou para mim, e foi o click que faltava. Pensei para mim – “não não posso deixar de passar de hoje”, como se estivesse a adiar alguma coisa.
Ele vestia uma t-shirt branca e escondia os seus lindos olhos por detrás dos óculos escuros. Escrevi para mim…não passa de hoje.


Pedi para me seguir até um local mais reservado. Saímos do carro e encontramo-nos quase a meio dos parcos metros que nos separavam. Abracei-o. Colei os meus lábios nos dele. Beijamo-nos e abraçamo-nos. Não éramos namorados. Amigos apenas.
Num parque de estacionamento, ali perto, deixamos um carro. Seguimos no dele. Perguntou-me se queria conduzir. Sem hesitar disse que sim. Adoro conduzir.
Passeamos por aquela que já era a minha e a cidade dele. Agora é a nossa cidade. Estacionamos o carro e percorremos poucos metros a pé.  Encontramos um restaurante de agrado aos dois e entrámos. Pedimos vinho branco (gostamos os dois de vinho ) e o prato que mais agradava ao palato naquele momento. Guardava o sabor dos seus lábios, pois não sabia quando seria o momento, desde os últimos beijos roubados, que iria ter oportunidade de lhe roubar mais um.

Por debaixo da mesa, as suas mãos tocavam nas minhas  pernas. O meu sorriso, do tamanho do universo, denunciava a qualquer um que ali passava o quanto estava  a adorar aquele momento.
Terminamos o almoço e seguimos pela cidade debaixo do calor que se fazia sentir.

De volta ao carro, as mãos passeavam pelas minhas pernas. Eu seguia ao volante, De vez enquanto encontrava a minha mão direita a percorrer o seu rosto, o seu pescoço e o seu peito.
A tarde passou bem ao nosso gosto e já o  sol tinha dado  lugar às estrelas havia algum tempo, quando entramos no McDonalds para comer uma salada. 

O carro estava estacionado lá bem longe. A vontade de o abraçar ali na rua, repleta de pessoas, era bem grande. Os sorrisos e as palavras que trocamos enquanto a nossa vez chegava, denunciavam o que se tinha passado nesse tarde no nº  144.

A salada chegou e rumo à esplanada, falamos de relações.
Espetei um ou outro tomate cherry, atum, milho e dei-lhe à boca algumas vezes, até se sentir saciado. O estabelecimento estava cheio, mas a sua presença fazia-me esquecer o local onde nos encontrávamos.
Falamos de relações, o que ele procurava, o que eu queria. Partilhei o meu grande projecto de vida que é amar alguém.

Ia a noite já quase  dar para o dia seguinte…percorríamos a cidade à procura de um gelado para o menino.  Esqueci o gelado. Mudei de velocidade, dei ao pedal e segui procurando por um miradouro. Encontrei.

O carro ficou, tal como nós, contemplando-se com a excelente vista sobre aquela que é a nossa cidade. Ainda éramos amigos. Já várias vezes durante o dia me tinha perguntado se podia tratar-me por namorado. Respondi-lhe sempre que sim. Mas ainda faltava o tal sim, aquele que ira dar um outro rumo às coisas.

Entre beijos, carícias e mimos  e frases curtas veio o SIM após um “Queres namorar comigo?”. “Sim, quero namorar contigo”.
Esse dia, foi o dia em que começamos a colher tudo o que plantamos durante os últimos anos, desde que nos conhecemos.

Fomos colegas de trabalho em pontos geograficamente diferentes.
Estivemos pessoalmente duas vezes juntos. A primeira vez no Colombo. Lanchamos e ele acompanhou-me até ao metro. Nessa tarde não pude deixar de reparar no rabo que os seus chinos torneavam. Foi simpático. Já o era! Ofereceu-me uma amostra de um creme que guardei religiosamente até o deixar na minha pele.
Falávamos por telefone, msn e hi5.

Estivemos em processo de recrutamento para a mesma empresa, trocávamos opiniões e decidíamos sobre o que ia ser a vida de cada um, mas nunca a planeamos em conjunto.

A outra vez que estivemos juntos, fui ter com ele ao aeroporto. Estava de partida. Abracei-o sem saber por quê. Esperei com ele pela hora de partida. Roubei-lhe alguns beijos naquela cadeira, para onde olho sempre que por lá passo. Nessa tarde bebemos uma água. Nada mais.

Continuámos a falar, pouco, mas o suficiente para alimentar o amor que se criou. 
Marcamos o encontro desse domingo.

.:.

Esta manhã quando chegava ao trabalho, depois de uma hora de viagem o meu telemóvel dava sinal da sua presença em espírito. 

A sms dizia “Notícias de última hora, XXX(cidade onde me encontrava nessa hora) hoje está mais bonita! Beijo forte”. No meu rosto rasgou-se um sorriso que denunciava mais uma vez o tamanho do meu sentimento.

.:.

Ainda ontem, corria o dia menos bem e envolto de situações que se hão-de resolver, enviei-lhe um sms a informar que o meu dia corria não tão bem quanto pretendia. Segundos depois estava  a ligar-me. Aquela chamada foi mágica. Se há dias em que olho vezes sem conta o tmv a procurar uma sms perdida por ler, ontem, no momento em que tudo esperava menos uma sms ou chamada, veio uma chamada.
No final do dia disse-lhe que era a minha família. Acredito que ficou um pouco espantado. É com ele que quero partilhar toda a minha vida daqui para a frente.

.:.

Hoje enquanto  eu jantava, ao telefone referiu-se ao meu pai como “sogro”.
Não são razões suficientes para amar alguém?