23.8.11

back to work

De volta ao trabalho, um pouco enferrujado pelas águas salgadas, pelas tardes ora na areia ora na esplanada, pelas noites ao luar, pelos gelados, as imperiais e toda a conversa que ficou em dia,  entro sem grande esforço no ritmo.

19.8.11

Prep world - Preppy look


Recentemente tenho dado por mim a ouvir os meus amigos a chamarem-me betinho. Quando saímos, lá estão eles “vens todos betinho”. Quando vamos à praia, o betinho chegou. Ainda ontem quando fui treinar com o pessoal e ….

Um facto, é que sempre gostei deste estilo e à medida que os anos passam dou por mim cada vez mais mergulhado nele.

Se gosto? Sim, caso contrário já teria mudado.

Fui ao Google e encontrei dois espaços que me chamaram à atenção. Um e outro.

(…) “Prep é um conceito mais próximo de “betinho”, com um toque colegial norte-americano, um pouco “queque” e “bem”, e bastante desportivo.”(…) [CQ Agosto 2011]




Descobri também  um livro.


11.8.11

sobre o meu namorado


Ainda não dediquei um post ao meu namorado, a quem chamarei aqui por Hobbes.

As coisas são mesmo engraçadas e cada vez mais acredito que a teoria da atracção funciona... funciona mesmo.

Estava eu a planear o design deste novo espaço, quando pensei no Calvin e no Hobbes que foram, e continuam a ser, os meus amigos de BD. O meu cérebro disparou a questão, mas se tu és o Calvin, então “cadé” o Hobbes? Vais encontrar respondi eu!
E assim foi.

.:.

Corria contra o relógio naquele domingo para não chegar atrasado quando os quilómetros insistiam em não passar.
Cruzámo-nos na estação de serviço. Parei o meu carro ao lado do dele. Lá fora o tempo estava quente, muito quente. Acredito que tão quente como quente estava dentro de nós.

Olhei para a direita. Ele olhou para mim, e foi o click que faltava. Pensei para mim – “não não posso deixar de passar de hoje”, como se estivesse a adiar alguma coisa.
Ele vestia uma t-shirt branca e escondia os seus lindos olhos por detrás dos óculos escuros. Escrevi para mim…não passa de hoje.


Pedi para me seguir até um local mais reservado. Saímos do carro e encontramo-nos quase a meio dos parcos metros que nos separavam. Abracei-o. Colei os meus lábios nos dele. Beijamo-nos e abraçamo-nos. Não éramos namorados. Amigos apenas.
Num parque de estacionamento, ali perto, deixamos um carro. Seguimos no dele. Perguntou-me se queria conduzir. Sem hesitar disse que sim. Adoro conduzir.
Passeamos por aquela que já era a minha e a cidade dele. Agora é a nossa cidade. Estacionamos o carro e percorremos poucos metros a pé.  Encontramos um restaurante de agrado aos dois e entrámos. Pedimos vinho branco (gostamos os dois de vinho ) e o prato que mais agradava ao palato naquele momento. Guardava o sabor dos seus lábios, pois não sabia quando seria o momento, desde os últimos beijos roubados, que iria ter oportunidade de lhe roubar mais um.

Por debaixo da mesa, as suas mãos tocavam nas minhas  pernas. O meu sorriso, do tamanho do universo, denunciava a qualquer um que ali passava o quanto estava  a adorar aquele momento.
Terminamos o almoço e seguimos pela cidade debaixo do calor que se fazia sentir.

De volta ao carro, as mãos passeavam pelas minhas pernas. Eu seguia ao volante, De vez enquanto encontrava a minha mão direita a percorrer o seu rosto, o seu pescoço e o seu peito.
A tarde passou bem ao nosso gosto e já o  sol tinha dado  lugar às estrelas havia algum tempo, quando entramos no McDonalds para comer uma salada. 

O carro estava estacionado lá bem longe. A vontade de o abraçar ali na rua, repleta de pessoas, era bem grande. Os sorrisos e as palavras que trocamos enquanto a nossa vez chegava, denunciavam o que se tinha passado nesse tarde no nº  144.

A salada chegou e rumo à esplanada, falamos de relações.
Espetei um ou outro tomate cherry, atum, milho e dei-lhe à boca algumas vezes, até se sentir saciado. O estabelecimento estava cheio, mas a sua presença fazia-me esquecer o local onde nos encontrávamos.
Falamos de relações, o que ele procurava, o que eu queria. Partilhei o meu grande projecto de vida que é amar alguém.

Ia a noite já quase  dar para o dia seguinte…percorríamos a cidade à procura de um gelado para o menino.  Esqueci o gelado. Mudei de velocidade, dei ao pedal e segui procurando por um miradouro. Encontrei.

O carro ficou, tal como nós, contemplando-se com a excelente vista sobre aquela que é a nossa cidade. Ainda éramos amigos. Já várias vezes durante o dia me tinha perguntado se podia tratar-me por namorado. Respondi-lhe sempre que sim. Mas ainda faltava o tal sim, aquele que ira dar um outro rumo às coisas.

Entre beijos, carícias e mimos  e frases curtas veio o SIM após um “Queres namorar comigo?”. “Sim, quero namorar contigo”.
Esse dia, foi o dia em que começamos a colher tudo o que plantamos durante os últimos anos, desde que nos conhecemos.

Fomos colegas de trabalho em pontos geograficamente diferentes.
Estivemos pessoalmente duas vezes juntos. A primeira vez no Colombo. Lanchamos e ele acompanhou-me até ao metro. Nessa tarde não pude deixar de reparar no rabo que os seus chinos torneavam. Foi simpático. Já o era! Ofereceu-me uma amostra de um creme que guardei religiosamente até o deixar na minha pele.
Falávamos por telefone, msn e hi5.

Estivemos em processo de recrutamento para a mesma empresa, trocávamos opiniões e decidíamos sobre o que ia ser a vida de cada um, mas nunca a planeamos em conjunto.

A outra vez que estivemos juntos, fui ter com ele ao aeroporto. Estava de partida. Abracei-o sem saber por quê. Esperei com ele pela hora de partida. Roubei-lhe alguns beijos naquela cadeira, para onde olho sempre que por lá passo. Nessa tarde bebemos uma água. Nada mais.

Continuámos a falar, pouco, mas o suficiente para alimentar o amor que se criou. 
Marcamos o encontro desse domingo.

.:.

Esta manhã quando chegava ao trabalho, depois de uma hora de viagem o meu telemóvel dava sinal da sua presença em espírito. 

A sms dizia “Notícias de última hora, XXX(cidade onde me encontrava nessa hora) hoje está mais bonita! Beijo forte”. No meu rosto rasgou-se um sorriso que denunciava mais uma vez o tamanho do meu sentimento.

.:.

Ainda ontem, corria o dia menos bem e envolto de situações que se hão-de resolver, enviei-lhe um sms a informar que o meu dia corria não tão bem quanto pretendia. Segundos depois estava  a ligar-me. Aquela chamada foi mágica. Se há dias em que olho vezes sem conta o tmv a procurar uma sms perdida por ler, ontem, no momento em que tudo esperava menos uma sms ou chamada, veio uma chamada.
No final do dia disse-lhe que era a minha família. Acredito que ficou um pouco espantado. É com ele que quero partilhar toda a minha vida daqui para a frente.

.:.

Hoje enquanto  eu jantava, ao telefone referiu-se ao meu pai como “sogro”.
Não são razões suficientes para amar alguém?

Bryan Adams

Com os meus bilhetes já ninguém fica.


Brothers and Sisters

Terminei de ver a 5.ª temporada de Brothers and Sisters.
De todas as séries que vi, colocaria esta em primeiro lugar na minha lista de preferências.
O conceito de família, a forma como resolvem os problemas, a relação e interacção, o casal Scotty e Kevin e tantas outras cenas merecedoras de registo, levam-me a rever um por um todos os episódios.
E agora? Vou ver a 4.ª temporada da Clínica Privada!
Depois não sei.
Aceitam-se sugestões.



6.8.11

a 1.ª vez

Há algum tempo que ando afim de uma experiência com leite de soja.
Comprei um pacote de leite de soja que mantive bem fresquinho até o dia em que o decidi abrir.
Deu-se hoje ao pequeno-almoç.
Não é a mesma coisa…vou continuar  a beber leitinho do meio gordo.


5.8.11

fwd de sms

Reencaminhei para o meu namorado uma sms que um antigo amigo “cor-de-rosa” me enviou, a….
Acho que ainda não tinha pressionado a tecla para enviar, já estava a receber a resposta “quem é esse gajo?”
Tive, em questões de segundos, de reecaminhar a minha resposta.

4.8.11

3.8.11

já o povo dizia

Não digas nas costas de alguém aquilo que não lhe consegues (nem queres) dizer na frente.


1.8.11

open game

Recentemente decidi que ia abrir o jogo com uma amiga minha.
Assim foi. A  reacção dela, não sei bem se era o que estava a espera ou não, mas foi qualquer coisa roçando no “ esperava tudo, menos isso de ti”, mas “aceito, mas vou ter que resolver isso”.

Foi o despoletar de uma enorme e agradável conversa.

Passadas algumas horas enviou-me uma anedota bem "porreira" sobre homens, daquelas que ela entende mais dirigidas ao público feminino.

Superou rápido!